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Geral Quarta-feira, 31 de Julho de 2024, 10:57 - A | A

Quarta-feira, 31 de Julho de 2024, 10h:57 - A | A

EM CUIABÁ

Polícia Civil cumpre buscas contra associação investigada por facilitar acesso a penitenciária

Investigação da GCCO apura a atuação da Associação Guerreiras da Fé, com sede no bairro Jardim Industriário, próxima à PCE

Da Redação

A Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), da Polícia Civil de Mato Grosso, cumpre, nesta quarta-feira (31.07), mandados de busca e apreensão para apurar o emprego de uma associação, voltada à assistência a presos, que facilitaria o acesso dos reeducandos a serviços de internet. A investigação apura o crime de promoção, constituição, financiamento ou integração de organização criminosa.

As ordens foram deferidas pelo juiz João Francisco Campos de Almeida, do Núcleo de Inquéritos Policiais da Capital (Nipo).

Reprodução

Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO)

 

A investigação foi instaurada para apurar a atuação da Associação Guerreiras da Fé, com sede no bairro Jardim Industriário. O grupo é composto por mulheres que fazem visitas aos presos - mães, esposas, irmãs, filhas e amigas de reeducandos - principalmente aos ligados a uma facção criminosa com maior incidência no estado.

Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) 3.jpg

 

Internet e rádio para presos

A mesma associação foi alvo, em 2021, de uma operação da Polícia Federal que fechou uma rádio clandestina que operava no local. Na ocasião, foram cumpridos mandados de busca e apreensão de diversos equipamentos eletrônicos utilizados para o funcionamento da rádio.

A investigação da GCCO apontou que, mesmo após o fechamento na época das diligências, a rádio continuou em pleno funcionamento. A equipe policial apurou que a sintonização da rádio serve como meio de comunicação de “recados” aos presos que se encontram detidos na PCE.

A associação, administrada por A.S.S.F., é conhecida como grupo das ‘jumbeiras’ e além das visitas aos detentos nas unidades prisionais, faz o atendimento a familiares dos presos, principalmente de uma facção criminosa. A líder da associação é bastante conhecida nas unidades penais da capital.

Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) 4.jpg

  

“A investigação apontou que a referida associação está intimamente ligada ao crime organizado, especialmente uma determinada organização criminosa, com aparato para atender as ‘ordens’ da facção e amparando seus familiares”, pontuou o delegado responsável pela investigação, Rafael Scatolon.

O cumprimento das buscas nesta quarta-feira contou com apoio de equipe do 1º Batalhão do Corpo de Bombeiros da capital.

 * Com assessoria

 

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