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R$ 200

Bolsonaro ganha prêmio da Mega-Sena em bolão

Mesmo na Presidência da República, Bolsonaro tinha o hábito de fazer apostas e gostava de dar “dicas”

Da Redação

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi um dos vencedores de um prêmio da Mega-Sena em bolão feito junto a pessoas próximas. O sorteio foi realizado pela Caixa Econômica em 1º de novembro. Ao todo, o grupo acertou 4 números e faturou R$ 5.913,68 no concurso 2651.

O assessor de Bolsonaro, Fabio Wajngarten, disse no X (ex-Twitter) que o valor investido por cada integrante foi de cerca de R$ 100. O valor total foi repartido entre os vencedores do bolão, o que rendeu cerca de R$ 200 para cada um. 

Mesmo na Presidência da República, Bolsonaro tinha o hábito de fazer apostas e gostava de dar “dicas” para quem concorria aos prêmios da loteria. Em agosto deste ano, ele disse já ter gastado mais de R$ 14.000 em apostas da Mega-Sena em uma casa lotérica de Eldorado (SP), controlada por um sobrinho. Mas nem tudo são flores na vida do ex-presidente.

Recentemente, Jair Bolsonaro pagou multa de R$ 72 mil a Sindicato dos Jornalistas. “A Justiça entendeu que eu deveria ser condenado porque atentei, durante o meu mandato, contra a imagem e honra dos profissionais de imprensa”, disse Jair Bolsonaro.

O ex-presidente foi condenado definitivamente no último dia 19 por dano moral a jornalistas em uma ação movida pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo.

E o Pix?

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu que o Supremo Tribunal Federal (STF) envie para a Polícia Federal (PF) representação que pede investigação sobre o recebimento de doações via Pix pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. O objetivo é que a Polícia Federal – por meio da Coordenação de Inquéritos nos Tribunais Superiores – verifique se as informações contidas na representação proposta por senadores ao STF têm conexão com os fatos apurados no caso das milícias digitas, checando, inclusive, se os doadores já figuram como investigados no Inquérito 4874. A manifestação é assinada pelo subprocurador-geral da República Carlos Frederico Santos, coordenador do Grupo Estratégico de Combate aos Atos Antidemocráticos.

O caso trata do recebimento, por Jair Bolsonaro, de R$ 17 milhões em doações feitas via Pix entre janeiro e julho de 2023. Relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) aponta movimentações atípicas nas contas do ex-presidente, com 769 mil transações realizadas durante o período. Os depósitos seriam resultado de campanha de arrecadação nas redes sociais, mas os senadores autores da representação apontam possível conduta ilegal e pedem uma série de providências.

 

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