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Fechou na Neblina Quarta-feira, 27 de Março de 2024, 16:51 - A | A

Quarta-feira, 27 de Março de 2024, 16h:51 - A | A

AUDIÊNCIA

Wellington Fagundes segue na busca de soluções para deslizamentos no "Portão do Inferno" em Chapada dos Guimarães

Da redação

Em audiência realizada nesta quarta-feira (27/03) com o presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, e o presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso, Sérgio Ricardo, que participou de forma remota, o senador Wellington Fagundes (PL/MT) pediu urgência para resolver a situação enfrentada pelo município de Chapada dos Guimarães. A região tem enfrentado deslizamentos de terra recorrentes no trecho conhecido como "Portão do Inferno", na Rodovia MT-251, devido às intensas chuvas, o que tem causado interrupções frequentes no trânsito e impactos econômicos e sociais significativos.

“Precisamos trabalhar para minimizar os prejuízos econômicos e sociais causados pela interrupção do trânsito na MT-251, que é vital para a conectividade da região”, explicou o senador.

Durante a audiência, o Ibama confirmou que a Secretaria de Meio Ambiente - SEMA tem autorização para executar todas as obras de manutenção e reparos necessários. Quanto às obras de duplicação, mudança de rota, alargamento do trecho sobre o "Portão do Inferno", depende de autorização do Ibama. A delegação conferida à SEMA não autoriza esse tipo de obra. Ou seja, para a execução da duplicação da MT-251, e alargamento do “Portão do Inferno”, a SEMA deverá ter uma delegação específica, ou ter os projetos aprovados pelo Ibama.

O presidente do Ibama reafirmou o compromisso de ajudar a resolver o problema: "Estamos dialogando e colocando nossas equipes para trabalhar e analisar o pedido da SEMA. O senador Wellington Fagundes pode continuar contando com o Ibama. No momento estamos fazendo análise técnica, e o que a gente puder fazer para ajudar a resolver esse problema o quanto antes, será feito”, ressaltou Agostinho.

Pantanal

Ainda na audiência, o senador, que preside a Subcomissão do Pantanal no Senado, registrou a sua preocupação com possíveis incêndios e pediu a reavaliação das ações previstas pelo órgão. Agostinho confirmou a intenção de reavaliação do plano de prevenção e combate que havia sido elaborado no ano passado para execução em 2024, além da possibilidade de implantação de novas bases do Ibama, a contratação de brigadistas e a destinação de mais recursos materiais para atuação na prevenção e combate.

Segundo Agostinho, os alertas têm chamado muita atenção do órgão para o que pode acontecer no pantanal e pretende atuar em conjunto com os governos de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além de voluntários, para evitar que o pior aconteça.

O senador Wellington Fagundes também apontou a Marinha do Brasil como parceira nessa ação, já que dispõe de 100 brigadistas treinados e equipados para a prevenção e combate aos incêndios. Outros 180 estão treinados e aguardam equipamentos.

 

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Marcela Moraes 27/03/2024

Por favor. Temos tantos parques nacionais viáveis e sustentáveis. É um absurdo agente ter nosso parque desse jeito desde sempre. Na onde já se viu não permitir cortar um pedaço do morro para viabilidade da estrada não ser permitido. Em tantos outros parques isso foi possível para acesso . Só aqui mesmo pra gente passar por isso. É muito absurdo não poder cortar um pedaço de morro e nem ter políticas de turismo sustentável nunca pra nossa Chapada.

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